O Brasil é o país com a maior taxa de depressão na América Latina, com 5,8% da população afetada, o que corresponde a 11,7 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde. A depressão, junto com outros transtornos mentais, pode garantir o benefício de incapacidade temporária do INSS, também conhecido como auxílio-doença.
Com a digitalização do processo, como o uso do Atestmed, ficou mais fácil solicitar o benefício de forma online, sem a necessidade de perícia presencial em muitos casos.





Quem tem direito ao benefício por incapacidade temporária?
O benefício é destinado a trabalhadores que ficam incapazes de exercer suas funções habituais por mais de 15 dias consecutivos devido a transtornos mentais, como depressão ou ansiedade. Para ter direito, é necessário ter contribuído ao INSS por, no mínimo, 12 meses antes de ficar incapacitado.
Exemplo: Bruna Mouvier, de 30 anos, usou o benefício para tratar sua ansiedade. “Eu estava nervosa, achando que demoraria meses para conseguir, mas tudo foi resolvido em apenas um mês”, conta ela sobre o processo facilitado pelo Atestmed.
O impacto dos transtornos mentais no Brasil
A depressão e a ansiedade têm aumentado no Brasil, especialmente após a pandemia, com um crescimento de 34% nos casos desde 2020, segundo a Fiocruz. Esses transtornos dificultam o trabalho de muitas pessoas, tornando o benefício por incapacidade uma solução importante. A digitalização do processo de solicitação facilitou o acesso e reduziu as filas.
Como solicitar o benefício de incapacidade temporária
Para solicitar o benefício, é necessário seguir alguns passos simples:
- Acesse o Meu INSS pelo site ou aplicativo.
- Selecione a opção “Pedir Benefício por Incapacidade”.
- Escolha o tipo de análise (documental ou presencial) e siga as instruções.
- Preencha os dados solicitados e anexe os documentos médicos.
- Aguarde a aprovação, que geralmente leva cerca de 30 dias, especialmente se for feito via Atestmed.
Valor do benefício e prorrogação
O valor do benefício é calculado com base em 91% da média dos últimos 12 salários de contribuição, respeitando o teto do INSS, que em 2025 é de R$ 7.786,02. Se a recuperação demorar, é possível solicitar prorrogações do benefício, desde que o total não ultrapasse 180 dias sem nova análise médica.
