Charleigh Chatterton, uma britânica de 27 anos, enfrentou uma situação aterrorizante seis dias após dar à luz sua filha Alessia, em 2023. O que começou como uma mancha vermelha em seu abdômen evoluiu rapidamente para uma fasciíte necrosante, uma infecção rara e grave causada por bactérias carnívoras que entram no corpo através de cortes na pele.
“Deixamos a erupção por um dia, pois parecia normal no início, mas piorou muito. Meu noivo Liam ligou para as parteiras e elas recomendaram que eu fosse fazer um exame“, contou Charleigh ao tabloide britânico The Sun. Após procurar o Hospital Colchester, a mulher passou por uma série de testes, incluindo uma tomografia computadorizada, que confirmaram o diagnóstico da infecção.




Diante da rápida progressão da doença, Charleigh foi submetida a uma cirurgia de emergência no dia 1º de maio, seguida de uma segunda operação no dia seguinte. “Minha saúde estava piorando rapidamente e eu lutava para permanecer consciente“, revelou. Os médicos alertaram que suas chances de sobrevivência eram baixas, mas a jovem foi diagnosticada a tempo. “Eu estava tão assustada que não pensei que seria capaz de ver minha filha“, acrescentou.
Após três dias sedada, Charleigh acordou com duas grandes feridas abertas no abdômen, resultado das cirurgias para remover o tecido infectado e impedir a disseminação das bactérias. No dia 8 de maio do mesmo ano, ela iniciou tratamentos com terapia a vácuo para ajudar na cicatrização, além de sessões de fisioterapia para sua recuperação.
Finalmente, em 15 de maio de 2023, Charleigh recebeu alta do hospital, celebrando o fato de estar viva apesar das cicatrizes. “Definitivamente terei cicatrizes, mas não me importo com quantas vou viver, estou feliz por estar viva“, comemorou a jovem mãe.
