Na manhã desta quarta-feira (25/9), a jornalista Sandra Annenberg participou do programa “Encontro com Patrícia Poeta”, da Globo, para falar sobre um golpe que sofreu e que revelou nas suas redes sociais. A apresentadora contou sobre o impacto emocional de descobrir que sua imagem foi usada de forma indevida e aproveitou a oportunidade para fazer um importante alerta ao público.
O golpe e a reação de Sandra
Para quem não acompanhou, Sandra divulgou um vídeo em suas redes sociais na última terça-feira, 24, explicando que criminosos estavam utilizando sua imagem e voz, manipuladas por inteligência artificial, para aplicar golpes em seus seguidores. Ela relatou a sensação de impotência ao perceber a gravidade da situação: “Nós temos sido vítimas e, quando eu falo nós, eu não me refiro só a quem apareceu no vídeo, mas principalmente a quem está do outro lado da tela, o usuário das redes sociais.”




Sandra ressaltou sua preocupação com a credibilidade construída ao longo de sua carreira e como isso foi abalado por esses criminosos. No programa, ela fez um apelo ao público: “Quando o que eu falo é verdade, e quem me olha, acredita no que eu digo, essa é uma relação que se constrói, e essa relação eu prezo mais que tudo na minha vida. Então, o que eu digo para as pessoas é ‘atenção'”.
A apresentadora ainda comentou o impacto da tecnologia no dia a dia e alertou sobre os cuidados que devemos ter ao lidar com avanços tecnológicos: “A tecnologia é fascinante, importante e fundamental nas nossas vidas. Mas vamos aprender a conviver com ela”. Sobre o momento em que descobriu o golpe, Sandra desabafou: “A hora que eu olhei, eu tive um choque, eu falei: ‘não, gente, isso não é verdade’. Foi um sentimento de revolta. Senti muita raiva e passei o dia muito mal.”
Encerrando seu relato, Sandra compartilhou seu sentimento mais forte em relação aos golpistas: “Eu senti ódio, que é um sentimento horrendo, porque eu sei que as pessoas que acreditam em mim podem ter caído. E sei de pessoas que quase caíram. Isso me revolta muito, porque, caramba, é o meu trabalho, que eu construí a vida inteira e ninguém pode jogar rapidamente no lixo.”
