Ozempic apresenta-se como um verdadeiro sucesso que se assemelha, na indústria farmacêutica, ao que foi o Prozac, no final dos anos 1980, ou o revolucionário Viagra; se comparado a outras indústrias, há paralelos com Apple, Itaú, Coca-Cola e Natura. Por que?
O Ozempic promove uma perda de peso clinicamente significativa, mesmo em indivíduos sem diabetes, por meio da redução do apetite, aumento da saciedade e alterações metabólicas que contribuem para um deficit calorico. Estudos clínicos demonstraram que o uso do Ozempic pode resultar em uma perda de peso de até 15% do peso corporal inicial em algumas pessoas. Além disso, o medicamento apresenta benefícios metabolicos complementares, como a melhora nos níveis de glicose, pressão arterial e perfil lipídico, fatores que reduzem o risco de doenças cardiovasculares. No entanto, é importante que o uso do Ozempic seja acompanhado por um profissional, uma vez que o uso irracional de medicamentos para emagrecimento, muitas vezes sem orientação médica.



Gasto
Uma pessoa que utiliza a dose média de Ozempic gasta cerca de R$ 1,2 mil por mês. Atualmente, o custo do produto é o principal obstáculo para alcançar um público maior.
Ainda assim, a sensação é de que vale cada centavo gasto, um exemplo clássico em que a percepção de valor é muito maior do que seu preço nominal. Considerando o papel do Branding, essa é precisamente uma de suas funções: agregar valor diminuindo a percepção de preço. Ozempic conquistou mais uma vitória, comercializando não apenas uma molécula, mas também qualidade de vida, autoestima e longevidade.
Com informações do Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
