A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro voltou a se manifestar nesta quinta-feira (25/6) após a repercussão de um desentendimento envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, relacionado a um vídeo publicado por ela. Em nova declaração, ela negou qualquer ruptura política e afirmou que seguirá alinhada ao grupo liderado pelo Jair Bolsonaro.
Nas redes sociais, Michelle afirmou que não existe conflito pessoal e rejeitou a ideia de disputa interna, destacando que o foco permanece na atuação política conjunta. Ela reforçou que as divergências foram apenas de interpretação e que o grupo continuará unido nas articulações eleitorais.



Entenda o caso
No vídeo que publicou anteriormente, Michelle relatou episódios envolvendo o senador e afirmou ter se sentido desrespeitada durante uma conversa telefônica. Ela disse que o contato ocorreu em tom duro e que foi tratada de forma inadequada.
“Ele retornou a ligação. Mas, sinceramente, para dizer o que me disse, teria sido melhor que não tivesse ligado. Foi muito ríspido, me desrespeitou e me tratou mal ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, respondi que tudo bem”, afirmou.
Em resposta, Flávio Bolsonaro negou qualquer intenção de ofensa e afirmou que respeita a ex-primeira-dama. Ele declarou que não teve a intenção de gerar constrangimento e pediu desculpas públicas pelo episódio.
“Nunca desrespeitei, maltratei ou humilhei uma mulher na minha vida. Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai”, escreveu nas redes sociais. Em uma transmissão ao vivo antes do jogo da Seleção Brasileira contra a Escócia, na quarta-feira (24/6), ele também comentou o caso. “Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez, peço desculpas. Tenho por ela respeito e reconhecimento pelo trabalho no PL Mulher, pelo cuidado com meu pai e por tudo o que representa para o Brasil”, frisou.
