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Estudo aponta atividade física que diminui riscos para declínio cerebral em até 40%; saiba qual

De acordo com o g1, o estudo analisou quase meio milhão de pessoas em um banco de dados disponível na Inglaterra
Corrida (foto Reprodução Redes Sociais)

Corrida (foto Reprodução Redes Sociais)

Uma pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huanzhong, na China, e publicada na revista científica JAMA Network Open em 9 de junho de 2025, sugeriu que andar de bicicleta pode estar associado à redução do risco de demência de início precoce em até 40%.

Segundo o g1, a pesquisa examinou cerca de 500 mil indivíduos em um banco de dados acessível na Inglaterra. Em um acompanhamento de mais de treze anos, constatou-se que indivíduos que faziam viagens de bicicleta ou similares apresentavam uma redução de 17 a 40% no risco de desenvolver várias formas de demência. O caso mais significativo ocorreu em indivíduos com a variante APOE e4, que é responsável por elevar o risco da doença.

A prática de ciclismo ou através da forma híbrida (caminhada e bicicleta), apontaram para algumas diminuições de risco para doenças específicas:

  • Demência de todas as causas (HR 0,81; IC95% 0,73-0,91)- o risco é 19% menor;
  • Alzheimer- (HR 0,78; 0,66-0,92)- o risco é de 22% menor;
  • Demência de início jovem (abaixo dos 65 anos)- o risco é 40% menor;
  • Demência tardia (acima dos 65 anos)- o risco é 17% menor.

Grupo

O grupo dos adultos avaliados pelo estudo atingiu 479.723 adultos e com média de 56,5 anos. Vale lembrar, que os dados do estudo foram auto-relatados e medidos apenas uma vez. O estudo ainda precisa fazer testes com mais pessoas de diferentes etnias, para entender as consequências dos benefícios ao coração, metabolismo e cérebro.

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